Rede de Escrita Digital Atuação Docente na Inter-Relação dos Letramentos Alfabético e Digital

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Maria De Fátima De Lima Das Chagas, José Válter Rebouças

Resumo

A sociedade vem passando por grandes transformações que provocam mudanças em todas as suas esferas organizacionais, inclusive na área educacional, assim, é preciso aprender a lidar com as informações, construindo habilidades para transformá-las em conhecimentos facilitando as relações interpessoais, em todos os âmbitos sociais, inclusive no educacional. Os gêneros textuais, presentes no contexto da tecnologia digital, têm como finalidade comunicar, informar, formar, instruir, analisar e oferecer oportunidades de produção e autoria de forma dialógica e de interação em espaço virtual, como em chats, blogs, redes sociais e enciclopédias digitais, oportunizando a alunos e professores a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita, que possibilitam a inter-relação dos letramentos alfabético e digital nas práticas educativas e sociais.

Palavras-chave

Letramento; Digital; Tecnologia; Aprendizagem.

Abstract

The society has undergone great changes which cause changes in all its organizational levels, including in education, so one must learn to deal with the information, building skills to transform them into knowledge facilitating interpersonal relations in all fields society, including in education. The text genres present in the context of digital technology, are intended to communicate, inform, instruct, analyze and provide opportunities for production and authorship of a dialogic interaction and virtual space, such as chats, blogs, social networks and encyclopedias digital opportunity to the students and teachers the use of Information and Communication Technologies as tools for reading and writing, enabling the interrelationship of alpha and digital literacies in educational and social practices.

Key-Words

Literacy, Digital, Technology, Learning.

Introdução

A aprendizagem no espaço escolar, desde o início da escolarização, busca dar enfoque ao desenvolvimento da língua materna, suas evoluções e utilizações para compreender, analisar e enfrentar situações cotidianas diversas. Essa linguagem é estudada através de diferentes portadores e gêneros textuais, inclusive os digitais.

Com as evoluções tecnológicas, é evidente a necessidade de a Escola aprofundar os estudos e proporcionar oportunidades de promover um encontro real entre professores e tecnologias, a fim de propiciar melhores resultados nas construções cognitivas, inserindo-os assim no contexto digital. Tendo em vista que atualmente o docente convive com alunos “nativos da informática”, nascidos na era digital, que acessam com facilidade informações através da televisão, internet, telefone, livros, além das vivências do seu cotidiano que é uma fonte inesgotável de conhecimento, torna-se impraticável a técnica de transmissão de conhecimento de forma unilateral, somente pela tradição. Dessa forma, o uso de recursos da informática favorece a autonomia e independência tanto do educador como do aluno.

Pensando em um trabalho educativo em ciberespaço, é importante destacar a importância de textos eletrônicos e hipertextos no letramento alfabético e digital, suas reais contribuições o processo de ensino e aprendizagem de leitura e escrita. Nessa perspectiva a escola deve (re)conhecer a riqueza dessas práticas de leitura e escrita, como por exemplo os e-mails e a escrita em redes sociais como possibilidades de letramento, onde o professor pode direcionar essas possibilidades de aprendizagens, para isso é preciso envolver alunos e professores nessas novas formas de ler e escrever, como práticas de letramento advindas do uso da internet, tendo em vista que essas novas interações possibilitam um avanço da linguagem dialógica, tão importante na formação de cidadãos nesta sociedade pautada no uso de tecnologias da informação e da comunicação.

1. Referêncial Teórico

O referencial teórico que fundamenta esta pesquisa é a perspectiva sócio-histórica envolvendo a teoria da linguagem de Bakhtin e a teoria social da construção do conhecimento de Vygotsky.

Bakhtin (1988) preconiza que a linguagem é um fenômeno eminentemente social, que se processa na e pela interação entre dois ou mais interlocutores e, o que nos resta a fazer na Internet é interagir com o outro, certamente num outro nível de corporeidade, mas via linguagem. Vygotsky (1991-2001-2001b) afirma que a aprendizagem se realiza sempre em um contexto de interação, através da internalização de instrumentos e signos levando a uma apropriação do conhecimento.

Outros autores contribuirão com o referencial teórico desse projeto de leitura, como Bagno (2000), que discorre sobre o preconceito Linguístico. Braga (2004), que trata das questões de produção e leitura possibilitadas pelo hipertexto. Levy (1996) no que se refere à Cibercultura, conceitos sobre o que é virtual e as descrições das tecnologias da inteligência.

Neste estudo, evidencia-se que o letramento é uma vertente de pesquisa que tem suscitado um grande interesse entre os pesquisadores. Com isso, apoia-se na necessidade de se analisar uma situação discursiva que envolve os usos da leitura e da escrita como prática social de letramento. Pelo fato de ser feito a partir dos gêneros textuais, considera-se que esse tema apresenta uma estreita relação entre o processo de letramento e os usos das diferentes formas discursivas existentes no espaço social, em especial na internet, que representa ambiente para interação dos internautas através da linguagem verbal, imagens, sons, entre outros elementos hipertextuais relativos ao letramento.

2. Gêneros Textuais Digitais

De acordo com o referencial teórico, serão abordados estudos e pesquisas sobre os seguintes temas: o uso da Internet e o hipertexto na escola como prática social de leitura e escrita; letramento e gêneros textuais digitais; ferramentas que possibilitam a leitura e a escrita no Ciberespaço e a atuação pedagógica frente às necessidades de desenvolver estratégias pedagógicas eficazes em seus mais variados espaços educacionais, objetivando o aprimoramento da língua materna. Para Bakhtin (1987, p. 282-283):

A língua materna – sua composição vocabular e sua estrutura gramatical – não chega ao nosso conhecimento a partir de dicionários e gramáticas, mas de enunciações concretas que nós mesmos ouvimos e reproduzimos na comunicação discursiva viva com as pessoas que nos rodeiam. Assimilamos as propriedades da língua somente nas formas das enunciações e justamente com essas formas. As formas da língua e as formas típicas dos enunciados, isto é os gêneros do discurso, chegam à nossa experiência e à nossa consciência em conjunto e estreitamente vinculados. Aprender a falar significa aprender a construir enunciados, porque falamos por enunciados e não por orações isoladas e, evidentemente, não por palavras isoladas.

Corroborando com a afirmativa do linguista, o professor tem um papel fundamental no ambiente escolar para o desenvolvimento da linguagem como ferramenta de comunicação e interação social. Assim, a escrita digital ganha uma grande funcionalidade à medida que cada aluno pode ser visto como escritor e leitor, sendo capaz de refletir sobre o que escreve, tendo a liberdade de escrever de forma mais abrangente e, portanto, com mais significado, sem limitar-se tão somente à escrita para avaliação escolar ou mesmo em processos seletivos.

Muitos educadores nem mesmo aceitam as práticas de leitura e escrita desenvolvidas nos espaços virtuais como significativas e necessárias ao aprimoramento das aprendizagens comunicativas. Entretanto, os gêneros textuais digitais são variados, como: e-mail, chat, listas de discussões, MSN, blog, fórum de discussão,dentre outros. Todos esses gêneros exploram conteúdos que integram escrita, imagem, vídeos, hipertextos, e, consequentemente práticas de leitura. Desses gêneros, um dos mais utilizados é o e-mail, ou correio eletrônico, que transmite informações pessoais e profissionais de forma imediata. Essa rapidez de transmissão faz a carta tradicional perder espaço no âmbito das comunicações.

As práticas de Letramento digital que acontecem com a integração do uso das novas tecnologias da informação e da tecnologia requerem a aquisição e domínio de vários gêneros digitais, e inclusive os alfabéticos, que contribuem diretamente na aquisição de habilidades para utilizar esses espaços que agrupam os gêneros textuais digitais.

Na atual sociedade, com tantos avanços tecnológicos, a aquisição do letramento digital se apresenta como uma necessidade educacional e de sobrevivência social, tendo em vista a demanda de atuação reflexiva na sociedade. Lévy (1998) considera a internet como uma ”coordenação das inteligências em tempo real”, que atinge uma “mobilização efetiva das competências”. Dessa forma, os sujeitos deixam de ser isolados para serem atuantes e transformadores em uma rede de comunicação, através das ferramentas computacionais, lidando ao mesmo tempo com muitas pessoas, sem limitações de tempo e espaço.

Bakhtin (1992, p. 283) afirma que “a variedade dos gêneros do discurso pode revelar a variedade dos estratos e dos aspectos da personalidade individual”. Urge, então, que a escola precisa ver os gêneros textuais digitais como possibilidades de potencializar o estudo da língua, evidenciando práticas sociais linguísticas eficientes como significados e significantes pertinentes às compreensões do uso reflexivo da leitura e da escrita na vida cotidiana.

3. Atuação Docente em Ambientes Virtuais de Aprendizagem

O cenário educacional requer que o professor saiba utilizar os recursos pedagógicos tecnológicos para atuar no novo modelo de educação. Assim, é evidente a necessidade de assumir um perfil de pesquisador; formulador de proposta de trabalho; capaz de pôr em prática a teoria e teorizar a prática, buscando estar atualizado, aperfeiçoando-se para manter-se engajado com o sistema. Para ter todos esses requisitos, é indispensável que o professor planeje suas ações pedagógicas, além de participar das formações continuadas indispensáveis ao processo de desenvolvimento integral dos alunos. Assim,

Formar para as novas tecnologias é formar o julgamento, o senso-crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação. (PERRENOUD, 2000)

Nesta perspectiva, os professores precisam se apropriar de ambientes virtuais de aprendizagem seja através de cursos de formação continuada ou em parcerias com colegas que já tenham experiências bem sucedidas nesses espaços, e assim se apropriarem de um letramento digital através de hipertextos e espaços de publicação e autoria, como blogs, enciclopédias e dicionários digitais, pois não é possível discorrer a respeito daquilo que não se tem domínio. Como afirma Xavier (2005, p. 2):

O Letramento digital implica realizar práticas de leitura e escrita diferentes das formas tradicionais de letramento e alfabetização. Ser letrado digital pressupõe assumir mudanças nos modos de ler e escrever os códigos e sinais verbais e não-verbais, como imagens e desenhos, se compararmos às formas de leitura e escrita feitas no livro, até porque o suporte sobre o qual estão os textos digitais é a tela, também digital.

Com o domínio de novas práticas de atuação no ciberespaço, o professor terá condições necessárias de encaminhar os alunos a atividades de análise e reflexão de textos produzidos na rede de escrita digital, tendo, portanto, base teórica suficiente para a formação de leitores críticos, capazes de diferenciar os tipos de linguagens necessárias para atuar em cada espaço de aprendizagem, desenvolvendo, também, diferentes variedades linguísticas.

Na Construção do conhecimento, há necessidade de uma articulação do sujeito com o objeto apreendido (conhecimento). Isso requer reflexão e análise em torno das vivências dos alunos, informações recebidas, orientações/mediações e as possibilidades de aplicação. Para todo esse processo, o discente utiliza representações verbais e não verbais (visuais e/ou auditivas, por exemplo).

Nesta perspectiva de construção, o professor não é o detentor do conhecimento, o informador, mas o coordenador, o dinamizador no processo de ensino-aprendizagem, estimulando e acompanhando todas as etapas, proporcionando atividades de instigação, como pesquisas, debates, fóruns, gincanas, enquetes, pois, como afirma Paulo Freire (1996, p. 25): “Ensino não é a transferência do conhecimento, mas a criação das possibilidades para a sua produção ou para sua construção”.

Nessa nova conjuntura de construção do conhecimento, o erro passa a ser visto também de forma construtiva, onde nada mais é que o princípio do acerto. Tal visão certamente afetará, de maneira positiva, a atuação dos alunos, a autonomia e até mesmo lhes possibilitará a elevação da autoestima, que deve acontecer nas possibilidades de educação colaborativa, de forma interativa, mas também com o amparo da teoria e da mediação docente.

Os variados recursos tecnológicos atuais e os novos meios digitais: a multimídia, a Internet e a informática trazem novas formas de ler, de escrever, e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito, onde os erros são apagados sem marcas, sem constrangimentos, o fazer e o refazer são mais prazerosos, levando a novos processos de letramento. Contudo, o ensino de qualidade se definirá pela formação do profissional e no planejamento adequado para atuar e auxiliar na formação de alunos modernos, críticos, atuantes e reflexivos, que desejem aprender e utilizar espaços virtuais de aprendizagem para ampliar habilidades escritoras e leitoras, vislumbrando melhorias nas práticas sociais pessoais e coletivas.

4. Práticas Sociais de Leitura e Escrita nos Discursos Interativos em Redes Sociais

Os Parâmetros Curriculares Nacionais da Língua Portuguesa descrevem a leitura e a escrita como necessárias na construção de conhecimentos, destacando que:

O domínio da língua, oral e escrita, é fundamental para a participação social e efetiva, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Por isso, ao ensiná-la, a escola tem a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos, necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos. (PCN – Língua Portuguesa, p. 15)

Concordando com esses documentos que dão suporte teórico para elaborar projetos, propostas e ações educacionais, constata-se que a leitura e a escrita fazem parte das práticas sociais de comunicação desde a antiguidade. Segundo Cagliari (1998, p. 12):

Quem inventou a escrita inventou ao mesmo tempo as regras da alfabetização, ou seja, as regras que permitem ao leitor decifrar o que está escrito, entender como o sistema de escrita funciona e saber como usá-lo apropriadamente.

Antigamente, a escrita era utilizada para contar os animais e acontecia através de marcas feitas em osso e madeira. Esses signos permitiam interpretações e registros que possibilitavam quantificar, identificar e negociar animais e objetos delimitados.

Atualmente, percebe-se que, com os avanços sociais e tecnológicos, a linguagem evoluiu junto, assim como seus significados e significantes; contudo, percebe-se, também, que ainda é alto o índice de escolas e professores que tratam a leitura e a escrita apenas como requisitos curriculares, com regras gramaticais, desvinculando os valores linguísticos das experiências comunicativas sociais em seu entorno.

Freire (1987, p.79), corrobora com a teoria dialógica de Bakhtin, quando diz que:

O diálogo é uma exigência existencial. E, se ele é o encontro em que se solidarizam o refletir e o agir de seus sujeitos endereçados ao mundo a ser transformado e humanizado, não pode reduzir-se a um ato de depositar ideias de um sujeito no outro, nem tampouco tornar-se simples troca de ideias a serem consumidas pelos permutantes (Freire, 1987, p.79).

Nessa conjuntura, as redes sociais e os ambientes virtuais de autoria têm um caráter incentivador do diálogo, da comunicação e habilidades de leitura e escrita significativa. A internet ampliou a linguagem através de transcrições para uma escrita dialógica, comunicativa, com representações significativas e contextualizadas com as práticas sociais dos indivíduos envolvidos.

Refletindo em números, nunca se escreveu tanto. Cada aluno que atua em espaço virtual, nas redes sociais, tem centenas de amigos, com quem dividem experiências, comunicam fatos, convidam, compartilham jogos, imagens, vídeos, etc. Então por que não utilizar em espaço escolar essas possibilidades e desenvolver práticas sociais de leitura e escrita com base nos diálogos, interações e criatividade no ciberespaço?

Os gêneros textuais sejam do letramento alfabético ou digital estão repletos de signos necessários de interpretações para contribuir com a compreensão e atuação social na realidade. Para Bakhtin (1986, p. 32),

(…) um signo(…)pode distorcer essa realidade, ser-lhe fiel, ou apreendê-la de um ponto de vista específico. (…) O domínio do ideológico coincide com o domínio dos signos: são mutuamente correspondentes. Ali onde o signo se encontra, encontra-se também o ideológico. Tudo o que é ideológico possui umvalor semiótico.

Considerando a palavra sob o aspecto ideológico, as redes de escrita digital podem proporcionar liberdade, quebrar vínculos ideológicos transmitidos e construir diferentes significados a partir de oportunidades de reflexão e construções de novas aprendizagens.

(…) A palavra acompanha todo ato ideológico. Os processos de compreensão de todos os fenômenos ideológicos (um quadro,uma peça musical, um ritual, um comportamento humano) não podem operar sem a participação do discurso interior. (…) Isso não significa, obviamente, que a palavra possa suplantar qualquer outro signo ideológico (Bakhtin, 1986, p. 36-38).

Nos espaços virtuais, nas redes de escrita digital, o discurso assume um importante papel, pois não acontece de forma individual, mas entre interlocutores. A linguagem não é falada no vazio, mas numa situação histórica concreta, partindo da interação de indivíduos, acontecendo uma inter-relação entre enunciação, condições de comunicação e as estruturas sociais de cada um, sendo o significado construído coletivamente.

A prática de leitura e escrita como pretexto apenas para o ensino gramatical impossibilita a construção de habilidades leitoras essenciais ao desenvolvimento da autonomia, reflexão e criticidade. Contudo, as relações entre linguagem e sociedade devem acontecer de forma dialógica, considerando as experiências e oportunidades para que a linguagem aconteça de modo que transforme as práticas sociais, ampliando, assim, a construção de novas habilidades e conhecimentos indispensáveis para a representação do mundo, analisando os discursos que se apresentam de maneira clara e concisa.

Considerações Finais

A abordagem da leitura e escrita é um tema que merece reflexão diante das novas propostas que se apresentam na sociedade da informação, tendo em vista as diversas oportunidades de efetivação das várias alternativas de produção textual seja em espaço real ou virtual, visto que as aulas não devem mais acontecer de forma unilateral, tampouco focalizando normas de nomenclatura gramatical, deixando de explorar, desse modo, todas as possibilidades que as variedades de linguagem propiciam, bem como de desenvolver aptidões de leitura dos mais variados gêneros, fator preponderante à formação de leitores mais proficientes.

Dessa forma, quanto mais o aluno tiver a oportunidade de desenvolver a acuidade leitora, maiores serão as possibilidades de confrontar ideias, analisar dados e sentidos para os diversos discursos existentes, além de serem capazes de construírem as suas próprias concepções e interpretações.

Referências Bibliográficas

  • BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. Tradução Maria Ermantina Galvão PEREIRA. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1992; 2003;
  • VOLOCHÍNOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução Paulo Bezerra. 12 ed. São Paulo: Editora Hucitec, 2006.
  • BAGNO, M. Preconceito Linguístico. São Paulo: Loyola, 2000.
  • BRAGA, D. B. Hipertexto: questões de produção e leitura. 2004
  • CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o bá-bé-bi-bó-bu. São Paulo: Scipione, 1998.
  • FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
  • GREGOLIN, M. R. V. (Org). Discurso e mídia. São Carlos: Claraluz, 2003.
  • LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Unesp, 1999.
  • As tecnologias da inteligência S. Paulo: Editora 34, 1996.
  • O que é virtual. S. Paulo: Editora 34, 1996b.
  • MEC. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Brasília, 2001.
  • PAIVA, V.L.M. (org.). Interação e aprendizagem em Ambiente Virtual. Belo Horizonte, FALEUFMG, 2001.
  • E-mail: Um Novo Gênero Textual. In: Hipertexto e Gêneros Digitais. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2004.
  • Comunidades virtuais de aprendizagem e colaboração. In: TRAVAGLIA, L.C. Encontro na Linguagem: estudos linguísticos e literários. Uberlândia: UFU, 2006.
  • PRADO, Maria Elizabete Brisola Brito. O uso do computador na formação do professor: um enfoque reflexivo da prática pedagógica. Brasília: MEC/PROINFO, s/data.
  • RIPPER, Afira Vianna. O preparo do professor para as novas tecnologias. São Paulo: Editora Senac, 1996.
MINICURRÍCULO DOs AUTORes

MARIA DE FÁTIMA DE LIMA DAS CHAGAS. Professora substituta da UERN (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte). Graduada em Pedagogia. Especialista em Tecnologia em Educação (PUC-Rio). Mestranda em Ambiente, Tecnologia e Sociedade pela UFERSA (Universidade Federal Rural do Semi-árido);

JOSÉ VÁLTER REBOUÇAS. Professor. Graduado em Letras pela UERN (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte). Especialista em Leitura e Produção de Textos pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)

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